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A Ratazana

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A Ratazana

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Günter Grass

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Lya Luft

Páginas: 417

Ano de edição: 2002

Peso: 635 g

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Ruim
Marcio Mafra
04/10/2006 às 15:07
Brasília - DF

A Ratazana, do Nobel Günter Grass não é um livro, como um rio, que segue seu curso e acaba no mar. A ratazana é uma leitura difícil, tem um forte apelo político e social. Escrito na primeira pessoa, chega a confundir quando quem "fala" é o autor ou a personagem ratazana. Os fatos são narrados no formato de denúncias, como o anuncio da extinção da raça humana, ou que as florestas estejam morrendo, ou ainda o bizarro anão que atravessa toda a Alemanha e vai até a Polônia, para a comemoração do aniversário de sua avó. A Ratazana confunde histórias e idéias, todas exóticas. Com certeza este Nobel foi mais uma ação entre amigos, patrocinada pelo grande regime democrático americano e que aplaudia e incentivava qualquer coisa que fosse - mesmo que simples alusão - contra o regime nazista. Teatro do absurdo é um gênero literário excelente para discussão de intelectual abestalhado. Como leitura é enfadonho! Chato! Vazio e bobo


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Uma história da nação alemã, escrita em forma de romance, pela visão de uma enorme rata, que possui uma excepcional memória, onde guarda tudo sobre a vida humana.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Enquanto os três Anões de sentinela contêm o Príncipe que quer dar com a língua nos dentes, a Madrasta Má, que se apresenta aos Irmãosgrimm com ar severo, coloca seu Espelho Mágico aos pés do monumento de pedra cinza e sintoniza o programa. No local da ação a Bela Adormecida, que dorme com o fuso no colo sentada junto da mesa de pedra do quarto da torre. As mãos decepadas cuidam para que o fuso não caia do seu regaço. Em torno da torre reúnem-se o Chanceler e seus acompanhantes. O Anão que carregava o fuso beija rapidamente a Bela Adormecida, como faria o Príncipe, e a desperta. Então ele corre escadas abaixo e some dali com Joãozinho e Maria, que estavam à sua espera escondidos atrás da torre arruinada. As Mãos decepadas e os Sete Corvos vão atrás. Enquanto corre, Mariazinha grita: - Tomara que dê certo! Ao redor da torre recomeça a briga dos peritos. Os policiais formam um círculo de proteção em torno do Chanceler e o resto de seus ministros. O Chanceler, exausto, pede que um dos seus funcionários apanhe uma grande fatia de torta de creme de manteiga numa bolsa de provisões. - Ah! - exclama -, como é difícil governar! Então dá uma mordida na torta, mastiga e, mastigando tristemente,avista a Bela Adormecida sentada no quartinho da torre em ruínas. Ela bate as pálpebras, mas vai adormecer outra vez. Então o Chanceler lhe grita, de boca cheia: - Você por acaso não viu os meus amados filhinhos? A Bela Adormecida leva um susto e fura o dedo com o fuso até sangrar. E agora todos ficam imóveis ao mesmo tempo: o Chanceler com a fatia de torta na mão, os ministros e peritos que discutem, os policiais com suas metralhadoras a postos, os câmeras sempre prontos para filmar, e os jornalistas só aguardando suas senhas. E, enquanto ainda apontam uns para os outros discutindo, procuram o inimigo com a metralhadora, rabiscam notas, fazem zumbir a câmera de tevê e mastigam torta de boca cheia, todos caem no sono junto com a Bela Adormecida. Imediatamente no terreno árido entre as árvores mortas começa a nascer uma sebe de espinhos, cada vez mais alta, mais densa, impenetrável como se fosse de arame farpado, chega ao grupo adormecido aos pés da torre em ruínas na qual dorme a Bela Adormecida, até que todos desaparecem, até que o governo com toda a sua agitação deixa de existir. No Espelho Mágico sobre o pedestal do monumento, os personagens de contos de fadas e os Irmãosgrimm vêem o resultado de sua ação. Reina alegria entre eles. Até os Irmãosgrimm apreciam essa lúdica tomada de poder. Joãozinho e Maria, o quarto Anão e as Mãos decepadas são saudados alegremente. A Bruxa lhes dá os parabéns: - Vocês fizeram isso de um jeito fantástico, crianças! Todos aplaudem, também as Mãos decepadas. Só os Irmãosgrimm parecem perturbados porque reencontram os filhos do Chanceler que se haviam perdido: preservados como Joãozinho e Maria. Wilhelm Grimm cumprimenta os dois amavelmente, com a legenda: "E nós estávamos com medo de que os russos tivessem seqüestrado os filhos do Chanceler." Mas Jacob Grimm tem dúvidas: "Ai, pobres dos seus pais! Além disso, agora não há mais governo. Vai reinar a desordem. O caos nos ameaça!" Então o Príncipe que beija para despertar aparece do meio dos cabelos de Rapunzel e oferece seus serviços aos Irmãosgrimm: - Querem que eu acorde a Bela Adormecida com um beijo? Eu sei fazer isso! Quer sair correndo, mas os três Anões de sentinela logo se agarram nele. O Velho da Montanha, a um só tempo espírito da montanha, carvoeiro e selvagem, esbofeteia o Príncipe. Joãozinho grita: - Todo mundo fica aqui! (E antes de viajar para a Polônia o nosso senhor Matzerath ainda disse que naquele lugar a Dama do Rei Sapo deveria oferecer sua testa dolorida para que o Príncipe a beijasse; mas eu acho que essa ação secundária só distrairia todos dos próximos acontecimentos.) Todos os personagens de contos de fadas agora querem mostrar aos Irmãosgrimm a pensão onde vivem, a "Casinha de Doce", onde entrementes muitas lesmas de carga, em fila indiana, entregaram todos os volumes do Dicionário Grimm; a última carrega o volume vinte e três, de zabumba a zumbi.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Comprei o livro, nem sei onde, por se tratar de um Nobel de Literatura


 

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