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Amrik Presença Árabe na América Latina

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Amrik Presença Árabe na América Latina

Livro Excelente - 1 comentário

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Autor: Não Consta Autor

Editora: Mre

Assunto: Fotografia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 143

Ano de edição: 2005

Peso: 900 g

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Excelente
Marcio Mafra
29/07/2006 às 17:05
Brasília - DF

Amrik - é uma curruptela da palavra América. Amrik é como os árabes, que aqui chegam, conseguem pronunciar a palavra América. Trata-se de um livro de fotografia repleto de imagens fortes, cândidas, inteligentes, simplórias, ricas e religiosas. Uma imagem - no dizer que se popularizou - vale mais que mil palavras. Amerik, vale mais do que mil imagens.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Amrik - é um álbum fotográfico que traz imagens de muitos fotógrafos, sobre muitos aspectos da presença árabe, nos diversos países da América do Sul, e muito especialmente, no Brasil.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Amrik e uma aproximação de como os imigrantes arabes pronunciavam América, destino de muitos jovens que, a partir do final do seculo XIX, buscaram melhorar a vida de suas famiilias emigrando, fazendo da America, tanto do Norte quanta do Sul, Amrik, Para ser mais preciso, nossa América, a do Sul, é reconhecida em todo o mundo arabe como ''A Outra America".
A presenga da cultura arabe na America do Sui antecede, porem, em varios aspectos, a imigração inaugurada ao final do seculo XIX, Ela esteve presente desde o início da colonização , manifesta na língua, na música, na culinária, na arquitetura e decoração, nas técnicas agrícolas e de irrigagao, na farmacologia e na medicina, E que os árabes dominaram por quase oito séculos a Península Iberica, assinalando uma presença marcante em nossos colonizadores, Granada, o último reduto árabe em solo europeu, foi conquistada pelos cristãos em 1492, mesmo ano em que Colombo chegava à América.
Graças a essa longa convivência, forjada por moçárabes, mudéjares e mestiços, os dois idiomas praticados na península ibérica são fortemente tributários do árabe, Albañil, aduana, café, algodón, chafariz, zanahoria, berenjena, babuchas, cifra, azucar, elixir compõem os cerca de quatro mil vocábulos de origem árabe, que constituem o terceiro aporte à lingua espanhoola, atrás apenas do latim e do grego. Influência que também se observa sobre o portugues por meio de milhares de palavras, como oxalá (em espanhol, ojala), derivada diretamente de in sha Allah, cujo significado - se Deus (Ala) quiser (si Dios quiere), tão comum em nossa linguagem coloquial - reflete a supremacia da vontade divina sobre a ação humana. No seculo XIX, na Bahia escrava, Nordeste do Brasil, as presenças do idioma árabe e da cultura muçulmana ja se insinuavam em vínculos religiosos, por meio dos africanos malês.
Foram os árabes que introduziram na península ibérica coisas tão básicas como os algarismos arabicos [sic] (em substituição aos romanos, de dificil manipulagao para cálculos), jogos como o xadrez e o gamão, e a própria arte caligráfica, ja que encaravam a palavra escrita como o meio por excelência da revelação divina, Na culinária, difundiram o uso do café, de doces próprios e produtos de pastelaria, do azeite (do arabe az-zayt), em substituição a proibida gordura de porco, e de muitos outros tempêros, como o açafrão (az-zaHafran), a noz-moscada, o cravo, a canela, pimentas e outros condimentos,
Na música, o alaúde de origem árabe teve vasta descendência americana, procriando verdadeiras familias de instrumentos: a bandola na Colômbia e Venezuela; o bandolim e o cavaquinho brasileiro; a charanga do altiplano andino e o banjo dos negros norte-americanos, Isso sem falar na gaita árabe, possível antecessora da gaita ibérica, e no adufe, preecursor do pandeiro,
Os árabes levaram também à Europa o cultivo do arroz e da cana-de-agucar, esta tão fundamental à obra inicial de nosssa colonização. E a aridez dos solos desérticos capacitou-os como mestres nas técnicas agrícolas e de irrigação, levando à Europa o moinho d'agua, avô do engenho colonial brasileiro,
Na arquitetura, o estilo mudejar, típicamente ibérico, constituiu possivelmente o acontecimento de maior transcendência na história da arte espanhola, caracterizado pela simbiose harmoniosa entre a arte árabe-muçulmana e elementos da arte européia cristã, gótica em particular,
Em toda a América do Sui, a presença de pátios internos e chafarizes, a distribuição dos espaços, balcões e abóbadas de igrejas e conventos refletem a arquitetura mudejar, presente na Colombia; na Bolivia, particularmente em Sucre; no Peru, na Catedral da Virgem Candelária, em povoado as margens do Lago Titicaca; no Chile, na Igreja de San Francisco, em Santiago, ou em outras localidades do altiplano andino, enquanto que verdadeiras obras-primas encontram-se em Quito, no Equador. Outros elementos, como os balcões do palácio episcopal de Lima, ou ainda o salão Alhambra, no Club Español, na capital portenha, atestam uma influencia indiscutivel.
O segundo movimento marcante da presença árabe na América do Sui foi a chegada direta de imigrantes, sobretudo sírios, libaneses e palestinos, a partir do final do seculo XIX. A pretensão inicial era uma imigração temporária, destinada a redimir suas familias de situações sociais e econômicas difíceis, desfavoraveis. Mas o que pretendia ser provisório acabou se tornando permanente e, em vez de o imigrante retornar, a família é que o acompanhou. Irmão puxando irmãos, filhos, esposas, primos, pais, tios, avós, conterrâneos, conhecidos.
Desde os regatões da Amazônia, estendendo-se por toda a América do Sul, o mesmo designativo: turcos, motivo de queixas frequentes. Até a Primeira Guerra Mundial, vieram com passaportes expedidos pelo Imperio Otomano, ja em decadência; mas não queriam se ver confundidos com seus dominadores.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Meu amigo Bira, anualmente, convida para participar de um evento chamado prêmio "Excelência Gráfica" que é atribuído aos profissionais do ramo. Durante um jantar, são expostos os melhores trabalhos feitos no ano anterior, ao qual comparecem autoridades, empresários, imprensa e profissionais ligados ao negócio. Na ocasião, anoto os títulos de livros que mais me chamaram atenção e informo ao Bira a minha opinião. Dias depois ele me presenteia com os títulos que eu mais gostei. Não sei o que seria melhor: mais eventos deste tipo, ou mais amigos como o Bira.


 

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