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1000 Lugares Para Conhecer Antes de Morrer

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1000 Lugares Para Conhecer Antes de Morrer

Livro Ótimo - 2 opiniões

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Autor: Patrícia Schultz

Editora: Sextante

Assunto: Turismo

Traduzido por: Claudio Figueiredo

Páginas: 729

Ano de edição: 2006

Peso: 695 g

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Ótimo
Ana Paula da costa
28/01/2016 às 10:28
Franco da Rocha - SP
Ótimo guia para quem vai viajar, ou esta planejando futuramente.
Tem boas dicas e algumas curiosidades, também é uma boa leitura para quem estuda Turismo.

Ótimo
Marcio Mafra
28/07/2006 às 13:35
Brasília - DF

O livro é um guia, que deve ser lido - pelo menos - quando se pensar em viagem. Não é recomendada a sua leitura como se lê os demais livros, sob pena de provocar uma mistura maluca e despropositada de lugares, coisas, paisagens, gentes e atrações turísticas.

Patricia Schultz reuniu as suas experiências e histórias de muitas andanças, durante muitos anos e escreveu 1000 Lugares para Conhecer Antes de Morrer.

As 47 atrações, lugares e coisas do Brasil, que precisam ser percorridas, vistas, usadas e admiradas antes de morrer são, sem dúvidas, excelentes.

Será que existem pessoas, além dos profissionais ligados às companhias de transporte marítimo, aéreo, ferroviário ou terrestre que conhecem os mil lugares mencionados no livro ? É difícil imaginá-los. Sabe-se, porém, que viajar é hábito tão velho quanto a própria humanidade.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Os 1.000 lugares do mundo para conhecer, antes de morrer.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O nome desse evento criado ha relativamente pouco tempo é uma referencia a estação do ano na qual o Sol nunca se põe. 0 Festival Noites Brancas de música vem atraindo urn grande publico, entusiasmado com as várias atrações e espetáculos, uma programação cuja estrela é a excelente companhia de ópera e balé de São Petersburgo, assim como o teatro que tem seu nome - Kirov durante a era soviética e agora Mariinsky, como nos tempos do czarismo. O festival cultural, que se estende por um mês, oferece a uma platéia intemacional a oportunidade de apreciar produções de altíssimo nfvel - de balés classicos russos a concertos da Filarmonica de São Petersburgo -, além de shows de artistas visitantes, sempre de qualidade intemacional.

O palco mais importante desses eventos, o Teatro Mariinsky, do seculo XIX, juntamente, com 0 Bolshoi, de Moscou, foi berço de alguns dos grandes nomes do balé mundial. Assistir a um espetáculo ali deve ser uma prioridade, mesmo que o perfodo das noites brancas ja tenha se encerrado há muito tempo. Ponha sua melhor roupa, saboreie um champanhe durante o intervalo e misture-se ao público, ávido por reviver os anos dourados desse teatro.

Dê sequência ao seu percurso histórico hospedando-se no Grand Hotel Europe. Administrado por uma joint-venture intemacional, ele é uma espécie de reencarnação - a custa de uma ampla reforma - do antigo Europeiskaya, inaugurado em 1875 é o primeiro hotel de São Petersburgo. Muito da sua antiga atmosfera aristocrática desapareceu. Em seu lugar - para delicia dos atuais visitantes intemacionais que seguem os passos de antigos hóspedes, como Gorki, Strauss e Debussy - surgiu um estabelecimento com serviço cinco estrelas e altamente sofisticado, algo ainda raro entre os novos hoteis da Russia pós-comunismo.

Situado bem perto da Nevsky Prospekt, a Avenida Champs-Elysees de São Petersburgo, o Europe figurou como um simbolo radiante dos dias de prosperidade da Cidade dos Czares, época em que foi a capital russa, de 1712 a 1918. Agora, esse hotel volta a ser um ponto importante dessa cidade que despertou de um longo sono: seu elegante Caviar Bar é um local de encontro para os novos russos, que carregam celulares e charutos, enquanto seu elogiado Restaurante Europe proporciona um luxo e uma sofisticação culinária inexistentes nos tempos do comunismo. Caso voce nao se hospede nessa casa, passe cedo por ali, num domingo, para se servir no bufê do café da manhã ao som de jazz e um lindo teto com vitrais art nouveau.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Não sei porque este livro está aqui na bibliomafrateca, hoje, livronautas.


 

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