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Economia Monetária

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Economia Monetária

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Autor: José Antonio Sant'Ana

Editora: UNB

Assunto: Economia

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 274

Ano de edição: 1997

Peso: 420 g

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Ótimo
Rafael Mafra
03/07/2002 às 20:13
Brasília - DF

O livro não se baseia em modelos algébricos, o que facilita sua compreensão. A leitura, talvez previamente embasada, permite uma leitura bastante precisa dos movimentos nacionais e internacionais de moeda. Suficiente para compreender jornais especializados em economia e ainda mais.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Livro didático para o curso de economia monetária. Apresenta a teoria monetária moderna, seus aspectos micro e macroeconômicos. Detalha as funções da moeda no sistema financeiro nacional e mundial. Aborda temas como mercados emergentes, taxas de câmbio e mercado de derivativos

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Indicadores de Inflação. A construção de indicadores da inflação (números índices) é uma tarefa bastante difícil tanto conceitual como operacionalmente. É difícil calcular o montante do aumento dos preços em virtude do número imenso de bens e serviços disponíveis no mercado, bem como do número muito grande de pontos de venda desses bens e serviços. Na verdade, calculamos a evolução de preços de uma cesta de bens, ponderados por sua participação na renda.
Temos uma série de índices de preços no Brasil que tratam de medir a inflação. Em decorrência da nossa experiência inflacionária e do processo generalizado de indexação, não temos apenas um único indicador de inflação, mas vários índices de preços. A Tabela 9.1 apresenta os quatro indicadores de inflação mais usados, seus critérios de cálculo e a sua utilização.
As taxas crônicas de inflação se tornaram agudas com a crise internacional da dívida no início dos anos 1980 e atingiram uma média de 160% ao ano. A partir de 1985 e coincidindo com os planos heterodoxos de combate à inflação, subitamente adquiriram o caráter de taxas extremamente elevadas. A distinção entre hiperinflação e inflação extremamente elevada é bastante arbitrária. Uma definição geralmente aceita de hiperinflação é a proposta por Cagan, que define hiperinflação como uma taxa de inflação de 50% ao mês durante três meses consecutivos. A Tabela 9.3 mostra a evolução desses índices nos últimos 15 anos.
A inflação dos anos 1980 atinge, pela primeira vez, o patamar dos três dígitos no início da década; na metade dos anos 1980 atinge o patamar de 200%. No ano de 1986 tivemos o Plano Cruzado que congelou os preços e em 1987 a inflação volta aos níveis anteriores, mostrando, assim, o fracasso do Plano Cruzado. No início dos anos 1990, a inflação já atingia patamares elevadíssimos (em março de 1990 a inflação mensal atingiu a casa de mais de 80% ao mês). Essa foi a maior taxa de inflação da história econômica do Brasil. Em todo caso, nos anos 1990 a inflação atinge a casa de mais de 2.700% por ano, ou seja, mais de 1% ao dia em média.
A partir de julho de 1994, com o Plano Real, a inflação cai dramaticamente. A inflação medida pelo INPC foi de 33% no primeiro ano do real. No entanto, é interessante lembrar que os 33% são uma média de preços, visto que a variação nos aumentos de preços foi muito grande. Os bens tradables (produtos industriais concorrentes dos importados) e as tarifas públicas (energia, petróleo, gás) aumentaram em média 10% no primeiro ano do real; ao passo que os bens nontradables (serviços) tiveram um aumento de 120% no mesmo período.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Livro-base da disciplina de Finanças Internacionais, do 7º semestre do meu curso de Relações Internacionais. A professora era filha do autor, mas nem por isso era má professora, nem por isso o livro é ruim. A turma em geral criou antipatia pela professora, mas foi uma das matérias que mais gostei de cursar. Gostava da professora, do livro e das provas, ao contrário de 98% da turma.(Rafael Mafra)


 

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