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Nova Gramática do Português Contemporâneo

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Nova Gramática do Português Contemporâneo

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Autor: Celso Cunha

Editora: Nova Fronteira

Assunto: Gramática

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 724

Ano de edição: 2001

Peso: 575 g

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Ótimo
Marcio Mafra
16/07/2006 às 15:54
Brasília - DF

Não há o que comentar sobre uma gramática editada por dois mestres da lingua.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A gramática abrange os seguintes assuntos, em grandes 23 capítulos:
Conceitos gerais - língua, linguagem, estilo.
Domínio atual da língua portuguesa
Fonética e fonologia
Ortografia
Classe, estrutura e formação de palavras
Derivação e composição
Frase, oração e período
Substantivo
Artigo
Adjetivo
Pronomes
Numerais
Verbo
Advérbio
Preposição
Conjunção
Interjeição
O período e sua construção
Figuras de sintaxe
Discurso direto, indireto e livre
Pontuação
Noções de versificação
Abreviaturas

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Esta gramática foi idealizada há muito tempo, quando, unida a forte amizade, já nos ligava uma convergência de formação, interesses e objeetivos. Sentíamo-la como uma urgente necessidade para o ensino da língua portuguesa não só em Portugal, no Brasil e nas nações lusófonas da África, mas em todos os países em que se estuda o nosso idioma.
Parecia-nos faltar uma descrição do português contemporâneo que levasse em conta, simultaneamente, as diversas normas vigentes dentro do seu vasto domínio geográfico (principalmente as admitidas como padrão em Portugal e no Brasil) e servisse, assim, fosse de fonte de informação, tanto quanto possível completa e atualizada, sobre elas, fosse de guia orientador de uma expressão oral e, sobretudo, escrita que, para o presente momento da evolução da língua, se pudesse considerar "correta", de acordo com o conceito de "correção" que adotamos no Capítulo 1.
De então para cá várias descrições importantes do português se foram publicando, entre as quais é justo destacar a Estrutura da língua portuguesa, de Joaquim Matoso Câmara Júnior(1969); a Gramátíca símbólica do português, de Úscal' Lopes (1971); a Gramática portuguesa, de Pilar Vázquez Cuesta e Maria Albertina Mendes da Luz, mormente a partir da edição refundida (1971), sobre a qual se fez a tradução portuguesa (1980); e, mais recentemente, a Gramática da língua portuguesa, de Maria Helena Mira Mateus, Ana Maria Brito, Inês Silva Duarte e Isabel Hub Faria (1983). Nenhuma no entanto, e por diversas razões, correspondia ao nosso objetivo inicial. A de Pilar
Vázquez Cuesta e Maria Albertina Mendes da Luz, apesar do seu rigor e qualidade, considerava as características do português do ponto de vista de um falante de língua espanhola, com todos inconvenientes (e também as vantagens) que isso implica.
A de Matoso Câmara Júnior baseava-se no padrão do português do Brasil; as outras duas levavam em conta fundamentalmente a norma de Portugal e tinham como objetivo, não propriamente o ensino da língua portuguesa, mas análises e reflexões, do maior interesse, sobre a sua estrutura e funncionamento interno, expostas numa linguagem técnica de difícil acesso para os não iniciados.
Digno também de particular menção pelo seu alto nível é o Manuel de la langue portugaise {Portugal - Brésil),de Paul Teyssier, obra em que pela primeira vez se apresentam sistematicamente em confronto as normas européia e americana do português.
Por outro lado, um de nós, Celso Cunha, elaborou e publicou em sucessivas edições a sua Gramática do português contemporâneo (1ªed., 1970 - 10ª ed., 1983) e a sua Gramática da língua portuguesa (1ªed., 1972 10ª ed. 1983), que, embora amplamente baseadas, quanto à linguagem escrita, tanto em autores portugueses como brasileiros,' tinham principalmente em conta a variedade americana e ainda não correspondiam, portanto, ao projeto primitivo.
Foi esse projeto que há pouco mais de três anos resolvemos retomar, e o resultado do esforço conjunto é. a obra que agora apresentamos ao público .
As características gerais desta Nova gramática do português contemporâneo são fáceis de definir.
Trata-se de uma tentativa de descrição do português atual na sua forma culta, isto é, da língua como a têm utilizado os escritores portugueses, brasileiros e africanos do Romantismo para cá, dando naturalmente uma situação privilegiada aos autores dos nossos dias. Não descuramos, porém, dos fatos da linguagem coloquial, especialmente ao analisarmos os empregos e os valores afetivos das formas idiomáticas.
Não desejamos discorrer sobre o plano da obra, mas não podemos deixar de fazer uma breve referência a alguns aspetos metodológicos.
Como esta gramática pretende mostrar a superior unidade da língua portuguesa dentro da sua natural diversidade, particularmente do ponto de vista diatópico, uma acurada atenção se deu às diferenças no uso entre as modalidades nacionais e regionais do idioma, sobretudo às que se observam entre a variedade nacional européia e a americana.
No estudo da fonética e da fonologia, procurou-se estabelecer, sempre que possível, a equivalência entre os conceitos e a terminologia tradicionais e os da fonética acústica e da fonologia moderna; no estudo das classes de palavras, examinou-se a palavra em sua forma e, a seguir, em sua função. de acordo com os princípios da morfo-sintaxe.
Notar-se-á, por outro lado, uma permanente preocupação de salientar e valorizar os meios expressivos do idioma, o que torna este livro não apenas lima gramática, mas,' de certo modo, uma introdução à estilística do português contemporâneo.
Embora, a rigor, o estudo da versificação não faça parte de uma descrição gramatical, incluiu-se um capítulo final sobre o enunciado em verso, complementar, a nosso ver, do estudo da entoação da prosa, a que se deu atenção no Capítulo 7.
Toda a obra foi objeto de exame conjunto e de troca de sugestões entre os seus autores. Cumpre-nos, no entanto, dizer, para resguardar as responsabilidades de autoria, que a Lindley Cintra se deve a redação do Capítulo 2, da maior parte do Capítulo 3 e do tratamento contrastivo do Capítulo 13. A Celso Cunha cabe a redação dos demais capítulos, bem como a exemplificação aduzida.
Queremos, por fim, expressar a nossa gratidão a todos os que conntribuíram para que esta obra saísse com menos imperfeições, em partiicular os nossos colegas Joram Pinto de Lima, Maria do Carmo P. Machado. Edila Viana da Silva, Sílvia Figueiredo Brandão e Cílene da Cunha Pereira.
Um agradecimento especial endereçamos a Cinira, permanente animadora da obra, pelo pênoso trabalho de ajuda na revisão das provas tipográficas e de confronto textual da versão brasileira com a portuguesa. assim como pela elaboração do índice Onomástico; a Maurício Maachevsky, por algumas das ilustrações; a Sérgio e Sebastião Lacerda, pela confiança e interesse demonstrados desde o início na execução do projeto e, finalmente. à equipe de Produção da Nova Fronteira pelo paciente cuidado posto na apresentação deste livro.
Rio de Janeiro. 28 de fevereiro de 1985.
CELSO CUNHA
Luís F. LINDLEY CINTRA


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em julho de 2006, ao procurar uma gramática para presentear um amigo, comprei esta para me presentear, porque - aqui na bibliomafrateca - sempre temos dúvidas gramaticais.


 

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