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Ponto de Fuga

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Ponto de Fuga

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Morris West

Editora: Record

Assunto: Romance

Traduzido por: Vanishing Point

Páginas: 287

Ano de edição: 1996

Peso: 340 g

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Ruim
Marcio Mafra
02/07/2006 às 14:35
Brasília - DF

Mais um livro de Morris West para consumo imediato, recheado de sexo, poder, dinheiro e traição. Chato e babaca. Não vale a leitura. O leitor pode fazer como no titulo: fuja da história.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A historia de Larry Lucas, que saiu de casa para tomar um táxi na Quinta Avenida. Daí em diante, ninguém mais soube de sua vida. Ele possuía quase 12 milhões de dólares o que - estranhamente - causou sérias dificuldades para Carl, seu cunhado, que foi procurá-lo. Larry era maníaco depressivo.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Quando o vôo da Air France de Milão a Paris decolou às 7:40 numa enevoada manhã de primavera, descobri-me subitamente em estado de choque. A separação fisica da terra foi simultânea à separação psíquica de minha antiga identidade. Desse momento em diante, não havia ato público algum que pudesse ser atribuído a Carl Emil Strassberger, cuja persona anterior e todas as provas de sua existência estavam dentro de um envelope selado a caminho de Nova York, nas mãos seguras de um serviço de entregas particular.
Todos os documentos que trazia comigo, inclusive as etiquetas das roupas, afirmavam que eu era Edgar Francis Benson, nascido em Toronto, no Canadá, artista, solteiro, um amador desprendido e independente com uma pequena e seleta clientela de compradores para suas obras. Estranho não ter experiência alguma de ser tal pessoa! Nem um histórico de virtudes ou culpas, amores, ódios! Sequer apetites sexuais! Era como se eu estivesse em queda livre, esperando pelo impacto da realidade.
Aconteceu na correria e agitação do Aeroporto de Milão, onde eu deveria ser contatado por Sergio Carlino, diretor-geral da Corsec Itália S.p.A. Encontrei-o à minha espera ao lado da esteira de bagagens, com um cartaz escrito E. F. Benson. Somente quando a multidão começou a se dissipar foi que atinei para o nome. Sergio Carlino riu do meu transtorno.
- Já vi isso acontecer muitas vezes. O momento mais constrangedor é quando lhe chamam no saguão de um hotel e vocênão reconhece o nome que assinou no registro de hóspedes. Enfim, seja bem-vindo à Itália.
- Obrigado!
- Meu nome é Sergio. Como você prefere ser chamado?
- Meu nome mesmo é Carl. Meu nome de guerra é Edgar.
- Melhor nos habituarmos a ele desde o início.
Enquanto ele carregava minha valise e eu o seguia em direção ao estacionamento, pude fazer uma avaliação do homem. Tinha em torno de trinta e cinco anos, era alto, louro e de porte atlético - atavismo, talvez, de um dos inúmeros lombardos que cruzaram os passos alpinos no século VI e se apossaram das terras baixas e áreas pantanosas ao longo do vale do rio Pó.
Seu aperto de mão era firme, o sorriso pronto, tinha inocentes olhos azuis e um ar de indolente arrogância, como se quatorze séculos de história sangrenta o tivessem purgado de todas as ilusões quanto aos anglo-saxões e americanos, quaisquer italianos ao sul de Florença e a maioria dos europeus ao norte do túnel Gothard. Não que ele tenha pronunciado sequer uma palavra pejorativa! Pelo contrário, não poderia ter sido mais cortês; mas sua cortesia, por si só, era uma expressão de tolerância, que por sua vez transparecia um descaso cordial.
Enquanto nos desvencilhávamos do trânsito nas cercanias do aeroporto para chegarmos à autostrada, ele foi me esclarecendo um pouco do seu histórico. Educado pelos jesuítas, passou muitos anos como oficial investigador junto aos carabinieri, a força militar que se responsabiliza pela segurança interna da República. Abandonou a carreira no meio porque a Corsec lhe ofereceu uma dinheirama e porque, ele mesmo confessou, era mais fácil manter uma lealdade mercenária em relação à Corsec e seus clientes do que lidar com a espionagem e contra-espionagem e os duplos padrões do regimento.
- Entretanto - garantiu-me com amabilidade -, mantenho ainda minhas amizades e o acesso a informações valiosas, que são a razão primordial pela qual a Corsec me comprou.
Afirma parecia remunerá-lo com razoável generosidade.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

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