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Livro Bom - 2 comentários

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Autor: Pedro Victor de Senna

Editora: Saraiva

Assunto: Publicidade

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 128

Ano de edição: 2002

Peso: 210 g

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Bom
Marcos Oliveira
09/12/2006 às 15:56
Brasília - DF

É um bom livro para quem está começando ou pretende abrir uma agência ou entrar no ramo da publicidade. Já para quem possui certa vivência do mercado publicitário não fica lá muito satisfeito com o livro. É um livro de fácil leitura em certos aspectos chega a ser até água com açúcar.


Bom
Marcio Mafra
04/06/2006 às 15:15
Brasília - DF

Este é um livro, digamos, didático.

Todo empresário e os não iniciados no universo da comunicação precisam ler o Meu Caro Anúncio. É bom para quem faz e bom para quem compra propaganda.

O livro ensina - praticamente - tudo o que se precisa saber para iniciar um contato com uma agência, desde o "briefing" até o planejamento da campanha.

Leitura leve, fácil e, às vezes, divertida.

Livro bom, embora bastante elementar, porém não ensina como tratar com deuses. Aprender essa lida pode custar caro


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O que é, para que serve e como se faz publicidade - ou - a publicidade descomplicada.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A agência de publicidade evoluiu. Como estamos falando em evolução, algo que evoluiu bastante foi a agência de Publicidade. Quando começou, sua função era basicamente fazer os anúncios que os clientes pediam. Os espaços em jornais, revistas e até mesmo televisão eram consideravelmente e nominalmente baratos e não existiam muitos veículos onde anunciar. Nas cidades, havia apenas duas revistas, um único bom jornal e uma emissora de rádio. Só que - como tudo na vida - esse panorama evoluiu. Começaram a aparecer outros tipos de mídia, as emissoras se multiplicaram e, da mesma forma, todos os demais meios de comunicação. Sem falar que o setor como um todo se profissionalizou. Já não era mais possível os empresários escolherem pessoalmente as peças publicitárias e os veículos nos quais queriam anunciar. A agência, que só fazia peças, começava a assumir essa responsabilidade e, de mera executora do trabalho final, passou a atender a todas as necessidades de comunicação de seus clientes. Foi daí que setores como mídia e planejamento apareceram. As primeiras agências brasileiras que efetivamente assumiram essas novas funções foram a MPM, Denison, Norton, Salles e AlmapBBDO, em meados da década de 60. Atualmente, são raros os casos de agências que apenas executam peças. Para isso, existem os birôs de criação. Eles, sim, fazem hoje o que as primeiras agências faziam no passado: apenas criam o que lhes for solicitado. Muitos deles são vinculados a pequenas gráficas ou copiadoras. O cliente quer, por exemplo, um cardápio de restaurante e eles se encarregam de fazer. O birô geralmente não cobra pela criação contanto que as peças sejam impressas lá mesmo. A essas empresas, o mercado deu o nome de gráficas de conveniência. Hoje isso está ficando muito comum. É difícil encontrar uma cidade que não possua uma empresa assim.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Entre as atribuições que eu tinha, quando Superintendente da CDL/DF, uma delas era planejar e coordenar a execução de um evento comercial denominado Liquida DF. O planejamento começava com a escolha de uma agência de publicidade. A  seleção da agência era feita através de cansativas e intermináveis reuniões de apresentação do trabalho proposto. As apresentações eram feitas durante vários dias, em horários previamente agendados. No ano de 2005, entre 11 concorrentes a agência ganhadora foi a RBM, cujo representante era o Pedro Senna. A escolha foi difícil e trabalhosa porque metade dos profissionais de publicidade pensa que é o Deus da Comunicação, e a outra metade tem certeza que é o próprio. Já o Pedro Sena, tem convicção absoluta que é o pai de Deus. Quando da assinatura do contrato ele me presenteou com o seu livro, no qual escreveu: "Brasília 6/12/05. Para o companheiro Mafra, quando as reuniões acabarem cedo, você faz uma horinha antes de dormir. Carinhosamente. Pedro Victor


 

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