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Os Doze Trabalhos de Hercules - 2º Volume

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Os Doze Trabalhos de Hercules - 2º Volume

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Autor: Monteiro Lobato

Editora: Brasiliense

Assunto: Crianças

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 284

Ano de edição: 1951

Peso: 550 g

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Marcio Mafra
21/05/2006 às 13:40
Brasília - DF

O 1º e o 2º volume dos Doze Trabalhos de Hercules, foi um hercúleo esforço do autor para incutir nos leitorzinhos brasileiros - todo o berço da cultura e civilização - a beleza das histórias dos mitos, deuses e ícones da civilização grega. Por iniciativa de uma conversa de Pedrinho com Dona Benta, ele mais Narizinho e seus inseparáveis companheiros retornaram à Grécia e "viveram" as 4 historias do primeiro volume e as 6 do segundo volume. Mas, é muita repetição, já passada no Minotauro e em outros livros desta "coleção infantil". Acaba sendo muito, do mesmo.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Doze trabalhos de hercules, neste segundo volume, são as seguintes historias: O Touro de creta, Os cavalos de Diomedes, O cinto de Hipolita, Os bois de Gerião, O Pomo das Hesperides e Hercules e Cerebro.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Nos domínios de Chloris.Enquanto Hercules se explicava com o rei Euristeu, os picapauzinhos deram um pulo até ao reino de Chloris. Foram só os três. Meioameio e Lucio ficaram - este pastando, aquele assando carneiros. O pulo ás Ilhas Afortunadas foi feito "a pó". Três pitadinhas do pirlimpimpim, três fiuns e pronto. Acordaram diante do maravilhoso palácio de Chloris, a mesma que mais tarde seria pelos romanos chamada Flora. Que curioso palácio "aquele! Tudo lá eram flores, cores lindas e perfumes, frutas deliciosas, musgos, avencas, samambaias e mais mimos vegetais. Pedrinho adiantou-se e parou diante do porteiro: um lindo cravo vermelho. - Senhor cravo, disse ele, somos viandantes vindos de longes terras para um entendimento com a deusa Chloris. Poderá ela receber-nos? O cravo examinou-os com a maior curiosidade e mandou um recado á deusa por um goivo que brincava por ali. Logo depois veio a resposta. Sim, Chloris ia recebe-los imediatamente. Que entrassem. Pedrinho entrou, acompanhado de Emilia e do visconde a manquitolar nas suas muletas. Um lírio do vale seguia na frente, guiando-os através dum jardim de sonho. Depois, uns degraus de macio musgo. Depois, a sala de recepção da amável deusa. Chloris, em todo o esplendor de sua beleza, recebeu-os com um sorriso amável. - Bem-vindos sejam ao meu perfumado reino! Que querem? Pedrinho explicou tudo. Contou quem eram, onde residiam lá nos tempos modernos e falou do pomar de dona Benta, das arvores de frutas nele existentes, das flores do jardim, muitas das quais Flora desconhecia. Crisandalias, por exemplo, uma flor com que a deusa nem sequer sonhara. - Mas nosso pomar tem um defeito, disse Pedrinho. Falta-lhe alma. Falta-lhe a poesia que vejo nesta Helade tão linda. Nossas arvores não possuem cada uma a sua dríade. Dentro dos troncos não ha nenhuma hamadriade. Não temos nepeias nas campinas nem ninfas nas fontes. Nem nenhuma nereida no ribeirão. Viemos consultar a mais perfumosa das deusas se não nos poderá arranjar pelo menos umas três driades e outras tantas hamadriades... Chloris estranhou a proposta. Nunca lhe haviam falado assim. Um pedido de ninfas!... Que curioso. Mas para onde iriam essas ninfas? Depois que os picapaus lhe contaram as mil coisas do sitio de dona Benta, ela sorriu, realmente encantada. Em seus olhos Emilia leu um sincero desejo de também conhecer aquele paraisozinho moderno. Chloris só não pôde perceber como era o tal Quindim. - Cascudo? Com um chifre só em cima do nariz? - Sim, disse o visconde, e por ter o chifre no nariz é que se chama rinoceronte. Rino em grego é nariz, como todos aqui sabem. Chiloris achou uma graça imensa no visconde. Em sua qualidade de deusa dos vegetais, conhecia todas as espigas do mundo e todos os sabugos - menos aquele, falante e de cartola. E uma idéia lhe passou pela cabeça: ceder as ninfas que Pedrinho queria em troca do sabugo de cartola. - Faço o negocio, disse ela. Cedo seis das minhas ninfas, á escolha, mas em troca deste maravilhoso sabugo falante. A estranha proposta atrapalhou os picapauzinhos. Puseram-se a conferenciar aos cochichos. Por fim Emilia tomou a palavra e, muito cheiretamente, disse: - Deusa, nós aceitamos a sua proposta com uma condição: depois de acabadas as nossas aventuras com Hercules e voltados ao sitio de dona Benta, discutiremos com ela o assunto. Se dona Benta concordar com troca do visconde, voltaremos a estas ilhas para fechar o negocio. E assim ficou. Conversaram com a deusa ainda algum tempo e depois se despediram


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

"Obras Completas" de Monteiro Lobato, é uma coleção composta de 30 livros, encadernação primorosa, capa dura, na cor verde. Os livros foram adquiridos em 1952 ou 1953, por meu pai, Ari Mafra, quando minha família residia às margens da baia norte, praia de fora, Rua Bocaiúva, 201, Florianópolis, ilha de Santa Catarina. Naquela ocasião meu pai era o Secretário Geral da Caixa Econômica Federal do Estado de Santa Catarina, uma espécie de Superintendente, na hierarquia da época. Frequentemente ele escrevia artigos para o jornal "O Estado". Também era professor titular do Instituto de Educação Dias Velho, onde lecionava Português, no curso Clássico, que corresponde aos três últimos anos, do atual curso médio. Na casa amarela (depois, em 1955 foi pintada de cor-de-rosa) da Rua Bocaiúva, os livros verdes do Monteiro Lobato, ficavam expostos, numa imponente estante, de pau marfim, num dos quartos da frente da casa, também chamado de escritório, onde ficava instalado o aparelho telefônico, número 2996. Ali, sentado a uma mesa, também de pau marfim, meu pai corrigia as provas de seus alunos. Eventualmente o escritório também servia de quarto de para hospedar, por poucos dias, algum parente. Meu pai e meu irmão Mario, já se encontravam em Brasília desde 1959. Eu, Miguel, Ari, Marilena e Vera, juntamente com minha mãe Eli, só viemos para Brasília, no dia 9 de maio de 1960, uma ensolarada segunda feira. Pela manhã embarcamos num Douglas DC-3 da Real Aerovias, com destino a São Paulo e escala em Curitiba. Em Congonhas, no início da tarde, fizemos conexão com outro vôo da Real, um possante Douglas Convair 240, em vôo sem escala, que chegou a Brasília, quase as 18 horas. Toda a "mudança" estava acomodada em 11 malas e 2 sacos de viagem. Um dos poucos pertences que não eram roupas nem objetos de uso pessoal foram os 30 livros da coleção do "Monteiro Lobato". Embora não fosse um mistério, nunca se soube por que motivos os livros vieram com a família. Talvez porque não houvesse para quem deixá-los. Inicialmente moramos numa pequena casa, construída pela FCP Fundação da Casa Popular, na Avenida W-3 Sul, quadra 24, atualmente HIGS 709. Em 1961 fomos morar no Bloco 11, da Super Quadra Sul 413. Nos dois endereços, os livros verdes estavam lá - majestosamente enfileirados - numa prateleira do fundo de corredor, como um marco importante para assinalar a "cultura métrica" da família. Em 1965, Marilena, ao se casar com Jaime Colares, levou consigo os livros do Monteiro Lobato. Eles foram morar na Avenida W 3 Sul, Quadra 40, hoje HIGS 712, numa casa de "fundos". Para decorar a modesta sala, Marilena se utilizou da "cultura métrica" colocando numa estante, entre enfeites decorativos e um aparelho de TV os livros do Monteiro Lobato. O mais importante é que ela guardou e cuidou com muito desvelo e carinho dos livros durante os últimos 41 anos. Em março de 2006, Marilena cedeu a coleção inteira, após saber do meu interesse e da existência da bibliomafrateca. Então a bibliomafrateca passou a ser a depositária das obras completas de Monteiro Lobato. Urupês foi o único livro extraviado. Para substituí-lo adquiri, num sebo, um exemplar, edição de 1959.


 

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