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Fábulas

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Fábulas

Livro Ótimo - 2 opiniões

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Autor: Monteiro Lobato

Editora: Brasiliense

Assunto: Crianças

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 300

Ano de edição: 1951

Peso: 510 g

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Ótimo
Victor Gomes Teles Aguiar
10/12/2012 às 00:00
Sudoeste - DF
As fabulas de Monteiro Lobato são bem legais porque elas nos ensinam algo uma moral.

Victor, leitor da livronautas, tem 8 anos de idade e estuda no colégio Petit Galois. Ele está no 3º ano do ensino fundamental.

Ótimo
Marcio Mafra
21/05/2006 às 13:26
Brasília - DF

Fábulas é o livro do Monteiro Lobato muito interessante de ler. Embora o estilo do autor seja o de abordar os assuntos através de "contos", as fábulas são mais curtinhas, narrações breves, de carater fantasioso ou alegórico. Elas tinham por objetivo reforçar ou mesmo ilustrar um preceito popular, sempre carregado de moralismo. Algumas ainda são citadas até hoje, como: as uvas da história da raposa ou os guizos no pescoço do rato, a pele do lobo e tantas outras. Boas de ler. É um livro ótimo, embora desatualizado. Lobato conta uma historinha de ligação, entre uma fábula e outra, envolvendo os seus personagens.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Quase 50 fábulas. De todas as origens e personagens: francesas, alemães, brasileiras, egípcias, inglesas entre outras.

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A galinha dos ovos de ouro. João Impaciente descobriu no quintal uma galinha que punha ovos de ouro. Mas um por semana apenas. Louco de alegria, disse á mulher: - Estamos ricos! Esta galinha traz um tesouro no ovario. Mato-a e fico o mandão aqui das redondezas. - Por que mata-la, se conservando-a você obtem um ovo de ouro de sete em sete dias? - Não fosse eu João Impaciente! Quer que me satisfaça com um ovo por semana quando posso conseguir a ninhada inteira num momento? E matou a galinha. Dentro dela só havia tripas, como nas galinhas comuns, e João Impaciente, logrado, continuou a marcar passo a vida inteira, morrendo sem vintem. Quem não sabe esperar, pobre ha de acabar. - Eu, se fosse o fabulista, disse Pedrinho, mudava o titulo dessa fabula. Punha O Palerma. Só mesmo um palerma como esse João Impaciente podia fazer uma coisa assim. Dona Benta não concordou.


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

"Obras Completas" de Monteiro Lobato, é uma coleção composta de 30 livros, encadernação primorosa, capa dura, na cor verde. Os livros foram adquiridos em 1952 ou 1953, por meu pai, Ari Mafra, quando minha família residia às margens da baia norte, praia de fora, Rua Bocaiúva, 201, Florianópolis, ilha de Santa Catarina. Naquela ocasião meu pai era o Secretário Geral da Caixa Econômica Federal do Estado de Santa Catarina, uma espécie de Superintendente, na hierarquia da época. Frequentemente ele escrevia artigos para o jornal "O Estado". Também era professor titular do Instituto de Educação Dias Velho, onde lecionava Português, no curso Clássico, que corresponde aos três últimos anos, do atual curso médio. Na casa amarela (depois, em 1955 foi pintada de cor-de-rosa) da Rua Bocaiúva, os livros verdes do Monteiro Lobato, ficavam expostos, numa imponente estante, de pau marfim, num dos quartos da frente da casa, também chamado de escritório, onde ficava instalado o aparelho telefônico, número 2996. Ali, sentado a uma mesa, também de pau marfim, meu pai corrigia as provas de seus alunos. Eventualmente o escritório também servia de quarto de para hospedar, por poucos dias, algum parente. Meu pai e meu irmão Mario, já se encontravam em Brasília desde 1959. Eu, Miguel, Ari, Marilena e Vera, juntamente com minha mãe Eli, só viemos para Brasília, no dia 9 de maio de 1960, uma ensolarada segunda feira. Pela manhã embarcamos num Douglas DC-3 da Real Aerovias, com destino a São Paulo e escala em Curitiba. Em Congonhas, no início da tarde, fizemos conexão com outro vôo da Real, um possante Douglas Convair 240, em vôo sem escala, que chegou a Brasília, quase as 18 horas. Toda a "mudança" estava acomodada em 11 malas e 2 sacos de viagem. Um dos poucos pertences que não eram roupas nem objetos de uso pessoal foram os 30 livros da coleção do "Monteiro Lobato". Embora não fosse um mistério, nunca se soube por que motivos os livros vieram com a família. Talvez porque não houvesse para quem deixá-los. Inicialmente moramos numa pequena casa, construída pela FCP Fundação da Casa Popular, na Avenida W-3 Sul, quadra 24, atualmente HIGS 709. Em 1961 fomos morar no Bloco 11, da Super Quadra Sul 413. Nos dois endereços, os livros verdes estavam lá - majestosamente enfileirados - numa prateleira do fundo de corredor, como um marco importante para assinalar a "cultura métrica" da família. Em 1965, Marilena, ao se casar com Jaime Colares, levou consigo os livros do Monteiro Lobato. Eles foram morar na Avenida W 3 Sul, Quadra 40, hoje HIGS 712, numa casa de "fundos". Para decorar a modesta sala, Marilena se utilizou da "cultura métrica" colocando numa estante, entre enfeites decorativos e um aparelho de TV os livros do Monteiro Lobato. O mais importante é que ela guardou e cuidou com muito desvelo e carinho dos livros durante os últimos 41 anos. Em março de 2006, Marilena cedeu a coleção inteira, após saber do meu interesse e da existência da bibliomafrateca. Então a bibliomafrateca passou a ser a depositária das obras completas de Monteiro Lobato. Urupês foi o único livro extraviado. Para substituí-lo adquiri, num sebo, um exemplar, edição de 1959.


 

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