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O Minotauro

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O Minotauro

Livro Péssimo - 1 opinião

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Autor: Monteiro Lobato

Editora: Brasiliense

Assunto: Crianças

Traduzido por: Anna Olga de Barros Barreto

Páginas: 255

Ano de edição: 1951

Peso: 585 g

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Péssimo
Marcio Mafra
21/05/2006 às 12:39
Brasília - DF

Minotauro, é uma viagem pela mitologia da Grega, sob o ponto de vista infantil, através da aventura de "salvamento" da cozinheira Nastácia.É um livro ruim porque nenhum leitor-criança pode gostar da "cultura" grega, da forma como foi colocada: em forma adulta e bruta.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A história dos netos de Dona Benta - Pedrinho, Narizinho, Emilia e sua montanha de outras personagens - que foram à Grécia para resgatar a Tia Nastácia que se perdera.....

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

A estatua de Palas - Atena. Péricles, que se afastara por uns instantes, voltou e retomou a palavra, explicando todo o desenvolvimento da extensa frisa até chegar á procissão das virgens atenienses, portadoras de vasos. E quanta coisa mais naquela frisa! Havia o grupo dos magistrados de Atenas; o dos pontífices, etc. Vinham por fim os portadores do novo peplo oferecido á deusa. Dona Benta admirou grandemente aqueles primores, dos quais a posteridade só iria conhecer fragmentos. - Tudo isto vai ter vida muito breve, murmurou com tristeza. Lá no meu tempo, que é a 2.377 anos de hoje, destes mármores só restará o que foi recolhido ao Museu Britânico, em Londres. - Londres ? - Sim, a capital da Inglaterra. - Inglaterra ? - Sim, um país que ainda vai nascer e formará o maior império moderno. O Museu Britânico abrigará estes mármores, ou a parte destes mármores que escapará ao martelo do fanatismo barbaresco. O mundo é um perene fazer e desfazer, senhor Péricles. Aqui nesta Acrópole, o meu século só encontrará ruínas - colunas e lages roídas pela erosão. . . A "vidência" da velhinha possuía algo de impressionante. Os dois,gregos sentiram um aperto na alma. - Bem, disse Péricles, podemos agora ir ver o Parténon por dentro - e convidou dona Benta a segui-lo. Entraram no templo. Ainda havia por lá andaimes e operários entretidos nas decorações. Dona Benta chamou para perto de si os meninos e explicou: - Aqui é a "pronáos", isto é, a parte que vem antes da "náos". "Náos" é como os gregos chamam á nave de seus templos - duas palavras que também significam navio. Estas colunas são dóricas, reparem - o estilo mais severo de todos. Notem que saem do chão como troncos de palmeiras, sem que se apóiem em bases, ou plintos. Isto faz que o Parténon n'Os dê a impressão duma coisa naturalmente brotada do solo; se as colunas se apoiassem em plintos, a impressão seria outra seria de uma coisa colocada sobre o solo. Os meninos ficaram cientes - e o grupo transpôs o portal que se abria para a "náos", ou o santuário da deusa. Dona Benta parou, estarrecida. Dez majestosas colunas erguiam-se de cada lado, cercando, como sentinelas, a maravilhosa Palas - Atena, a mais rica obra prima da escultura grega. Uma estatua de doze metros de altura sobre um pedestal de três, toda de marfim e ouro. A padroeira de Atenas lá estava em atitude erecta, na sua túnica talar, isto é, que descia até aos pés e sobrava - túnica de pregueamento muito bem estudado e toda de ouro. As partes nuas eram de marfim - os braços, os ombros e o severo rosto olímpico. A morna tonalidade do marfim translúcido dava a sensação da carne. - Que maravilha! exclamou dona Benta deslumbrada. Tudo ouro, marfim, pedras preciosas e arte - a mais requintada das artes. .. E pensarmos que este prodígio não chegará aos tempos modernos - será em caminho destruído pela bárbara rudeza dos fanáticos. .. Martelos e picaretas desfarão tudo isto, de modo que a posteridade só conhecerá esta maravilhosa Palas - Atena através das descrições. A obra de Fidias será vitima do muito ouro nela empregado. . . Péricles, que a ouvia, deu uma informação curiosa. - Só no vestuário empatamos 400 talentos de ouro. - Quanto significa isso em moeda moderna, vovó ? quis saber Pedrinho. - O talento é a medida do ouro e da prata destes povos. Tem variado de valor com o tempo e o lugar. Aqui, hoje, o talento atiço vale 297 libras esterlinas


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Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

"Obras Completas" de Monteiro Lobato, é uma coleção composta de 30 livros, encadernação primorosa, capa dura, na cor verde. Os livros foram adquiridos em 1952 ou 1953, por meu pai, Ari Mafra, quando minha família residia às margens da baia norte, praia de fora, Rua Bocaiúva, 201, Florianópolis, ilha de Santa Catarina. Naquela ocasião meu pai era o Secretário Geral da Caixa Econômica Federal do Estado de Santa Catarina, uma espécie de Superintendente, na hierarquia da época. Frequentemente ele escrevia artigos para o jornal "O Estado". Também era professor titular do Instituto de Educação Dias Velho, onde lecionava Português, no curso Clássico, que corresponde aos três últimos anos, do atual curso médio. Na casa amarela (depois, em 1955 foi pintada de cor-de-rosa) da Rua Bocaiúva, os livros verdes do Monteiro Lobato, ficavam expostos, numa imponente estante, de pau marfim, num dos quartos da frente da casa, também chamado de escritório, onde ficava instalado o aparelho telefônico, número 2996. Ali, sentado a uma mesa, também de pau marfim, meu pai corrigia as provas de seus alunos. Eventualmente o escritório também servia de quarto de para hospedar, por poucos dias, algum parente. Meu pai e meu irmão Mario, já se encontravam em Brasília desde 1959. Eu, Miguel, Ari, Marilena e Vera, juntamente com minha mãe Eli, só viemos para Brasília, no dia 9 de maio de 1960, uma ensolarada segunda feira. Pela manhã embarcamos num Douglas DC-3 da Real Aerovias, com destino a São Paulo e escala em Curitiba. Em Congonhas, no início da tarde, fizemos conexão com outro vôo da Real, um possante Douglas Convair 240, em vôo sem escala, que chegou a Brasília, quase as 18 horas. Toda a "mudança" estava acomodada em 11 malas e 2 sacos de viagem. Um dos poucos pertences que não eram roupas nem objetos de uso pessoal foram os 30 livros da coleção do "Monteiro Lobato". Embora não fosse um mistério, nunca se soube por que motivos os livros vieram com a família. Talvez porque não houvesse para quem deixá-los. Inicialmente moramos numa pequena casa, construída pela FCP Fundação da Casa Popular, na Avenida W-3 Sul, quadra 24, atualmente HIGS 709. Em 1961 fomos morar no Bloco 11, da Super Quadra Sul 413. Nos dois endereços, os livros verdes estavam lá - majestosamente enfileirados - numa prateleira do fundo de corredor, como um marco importante para assinalar a "cultura métrica" da família. Em 1965, Marilena, ao se casar com Jaime Colares, levou consigo os livros do Monteiro Lobato. Eles foram morar na Avenida W 3 Sul, Quadra 40, hoje HIGS 712, numa casa de "fundos". Para decorar a modesta sala, Marilena se utilizou da "cultura métrica" colocando numa estante, entre enfeites decorativos e um aparelho de TV os livros do Monteiro Lobato. O mais importante é que ela guardou e cuidou com muito desvelo e carinho dos livros durante os últimos 41 anos. Em março de 2006, Marilena cedeu a coleção inteira, após saber do meu interesse e da existência da bibliomafrateca. Então a bibliomafrateca passou a ser a depositária das obras completas de Monteiro Lobato. Urupês foi o único livro extraviado. Para substituí-lo adquiri, num sebo, um exemplar, edição de 1959.


 

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