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Mr Slang e o Brasil e Problema Vital

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Mr Slang e o Brasil e Problema Vital

Livro Ruim - 1 comentário

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Autor: Monteiro Lobato  

Editora: Brasiliense

Assunto: Contos

Traduzido por: Livro Editado em Português do Brasil

Páginas: 340

Ano de edição: 1951

Peso: 620 g

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Ruim
Marcio Mafra
12/05/2006 às 10:17
Brasília - DF

Lá pelos anos 1957 ou 1958, os adolescentes de 13 ou 14 anos que liam Monteiro Lobato, além de fazerem uma grande pose de intelectual, se recusavam a ler os livros de "literatura infantil" porque isso era coisa de criança, senão de mariquinhas. No Mr Slang - o personagem espelho - Monteiro Lobato retoma bem o seu estilo, os contos. Mesmo assim, há uma história mais palatável, com algum enrêdo, embora por vezes - em alguns dos contos - meio repetitiva, senão monótona. Já no livro "Problema Vital", é uma ladainha, uma cantilena, uma arengação dos males e das doenças cronicas do Jeca Tatu - incluindo bastante - sobre a maleita. Claro que deve ter sido válido e útil alguem - nos anos 40 - bater bastante nos governos em função de doenças endêmicas que atacavam a população, tão somente, pela ausência do saneamento básico. Certamente os contos geraram alguma ação e reação favorável em benefício da população mais desasistida socialmente. Será que desasistido lê livro ? No Problema Vital, diminuiu bastante o escritor imaginativo, criativo e aumentou muito o "jornalismo" chato, imprensa marron às avessas, com o vezo do jornalista moralista, feito repositário da verdade nacional. No seu âmago, Problema Vital é um arremedo de merchandising para o Biotônico Fontoura. Claro que rendeu.


Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

Em Mr. Slang e o Brasil temos uma nova feição do espirito de Monteiro Lobato. Inventa um velho inglês filosofo morador na Tijuca e o põe a dialogar com um "homem comum" durante interminaveis partidas de xadrez. A finura e a superioridade mental do impassivel britanico permite que uma serie de aspectos brasileiros sejam díscutidos de um alto ponto de observação. Todas as coisas são vistas como de um cume de montanha, em linhas gerais e filosoficamente. Anatole France transparece. A leitura destes dialogos leva-nos a lamentar uma grande falha na obra de Monteiro Lobato: o silencio de Mister Slang durante o ultra pitoresco período da ditadura de Getulio Vargas. Seria interessantíssimo o comentaria do "Estado Novo" por meio duma dialogação tão fina como esta. Na segunda parte do volume, Opiniões, entram alguns artigos de jornal em que Lobato critica com grande mordacidade a politica geral do país durante a presidencia Bernardes, acentua os males da instabilidade monetaria e se bate em defesa do livro. Na terceira parte reaparecem os seus gritos de desespero em prol da saude do nosso povo, dados naquele tempo sob o titulo de Problema Vital. O homem que tão cruelmente pintou o retrato de Jéca Tatú descobre lhe a causa da decadencia e resgata-se lançando em prol retrato do Jéca nos Urupês, a celeuma se fez grande, e não faltaram defensores do caboclo. Mas quem o defendeu melhor, quem trabalhou com maior ardor para a salvação do caboclo doente, papudo, opilado, maleiteiro, quem por ele fez algo de tanta eficiencia e de tantos resultados positivos, senão o proprio Monteiro Lobato? A violencia inaudita do seu alarma abalou o país de norte a sul. Houve uma agitação intensa, longos debates nos jornais e até no Congresso - e ninguem nega que o que se fez no Brasil em materia de saneamento, a partir do seu brado de indignação, foi sobretudo por efeito de suas palavras. . Fecha o livro uma historiazinha popular simbolica o "]ecatatuzinho" - pequeno conto para as crianças e a gente simples em que o Jéca passa da maior lazeira ao maior triunfo. Um doutor o cura da verminose, e aquele vivo-morto passa a um esplendido morto-vivo ou a um ressurreto com maravilhosas possibilidades na sua frente. Não se trata de uma retratação. Semples e coerente consigo mesmo, Lobato ressurge o Jéca porque já havia dito antes: "O Jéca não é assim; está assim". Lobato cura-o e o triste Jéca vira o opulento coronel Jéca, dono de uma grande fazenda - e que fazenda, a mais adiantada da zona. E em materia de saude, quem batia o coronel Jéca? Essa historia tão simples tornou-se a coisa mais lida no Brasil inteiro, e continua sendo. Utilizada pela industria farmaceutica como propaganda de remedios contra a malaria e a opilação, já anda em 15 milhões de exemplares o total de suas tiragens. Circula nos sertões e em quanto lugarejo existe como antigamente a folhinha Ayer - e foi graças a ela que a pobre gente -rural veiu a saber a causa de suas doenças e o meio de evita-las. Na obra de Monteiro Lobato, o "Jecatatuzinho" se tornou a historinha abençoada - como o classificou um fazendeiro de Mato Grosso que só se libertou do amarelão depois que a leu. (Transcrição da Nota dos Editores)

Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

O padrão.

Tempo houve, no governo Washington, em que M. L. se preocupou com os problemas financeiros. Neste artigo procura explicar com clareza o que é padrão monetario.

Os leitores dos jornais hão de andar tontos com o inicio dos debates em torno da estabilização da moeda, ponto central do programa do futuro presidente. Surgem economistas de todos os lados, como durante a grande guerra surgiram estrategistas em todos os cafés. E o publico "fica besta". Mais discutem, mais debatem, e menos o publico se esclarece. Por que? Porque em regra os expositores tambem não possuem ideias claras. Baralham coisas imbaralhaveis e dão valores arbitrarias ás cartas. O coringa vale tudo para um; para outros 6 vale dez. Não definem os termos e discutem. Daí o caos.

Ameaçado de meningite pela leitura desses debates, resolvi socorrer-me de um velho amigo filosofo, sem niquel no bolso nem conta-corrente no banco, e pois insuspeito para falar de dinheiro. Os que o possuem ajeitam suas ideias ás conveniencias do peculio. Não merecem fé.

Esse pobre velho ha quatro anos que vive como hospede do Estado, num mediocre hotel de pedra com grades de ferro nas portas. O Estado garante sosssego em torno da sua pessoa. Não deixa que ninguem vá incomoda-la, nem sequer os parentes.
Tambem impede que o meu amigo saia dos seus aposentos. Podia extraviar-se - como o Costa Leite - privando assim o Estado da obra de benemerencia que é hospedar as criaturas de idéias um tanto diversas das dos demais. E esse amigo possue positivamente ideias novas, ideias meninas, dessas que irritam as ideias matronas, sacramentadas pelo bispo e oficializadas pelo governo.

Mas fui-me a ele. Obtive uma licença para visitar o precioso hospede, e fui.

- Desejava trocar ideias a respeito do problema financeiro, disse-lhe após as efusões do encontro.

O hospedado sorriu com doce malicia.

- Perdoe-me, mas não troco ideias. Sempre que o fiz fui roubado. Da-las-ei, mas não aceito paga na mesma especie. Pague-mas com um charuto, pois tenho o vicio de fumar - e cá o dono do hotel não inclue charutos no menu. De que se trata?

- Do padrão. O futuro presidente ameaça quebra-lo, e vestais já surgiram, abespinhadissimas. Dizem que é uma heresia e uma imoralidade. Será?

- E'! E' uma heresia de logica falar em quebra do padrão.

- Por que?

- Porque não se pode quebrar o que está quebrado. Quando muito eu admitiria que se dissesse - requebrar o padrão.

- Falo serio e vou levar as suas ideias aos jornais, ajudando assim a orientar a opinião publica.

- Diga, a opinião que se publica, que dirá certo.

Mas, venha cá: que é padrão?
- Padrão é ...

- E' uma coisa em que todos falam mas sobre que poucos refletem. O sossego de espirito que o nosso bondoso Estado me proporciona permitiu que eu meditasse sobre essa palavra, habilitando-me a responder á sua pergunta como se o proprio padrão falasse pela minha boca. Padrão é simplesmente o valor de uma coisa em relação a outra.

- E que é valor?

- Tambem uma relação entre uma coisa e outra.

- Mas valor economico?

- Relação entre uma coisa chamada oferta e outra coisa chamada procura.

- Quer dizer que o padrão da nossa moeda é o valor, ..

- que ela tem em relação ao ouro, que é a moeda universal.

- A nossa moeda não é moeda, então?

- Moeda só é o ouro, por consenso universal dos povos. O nosso papel-dinheiro não passa de vales emitidos pelo governo - vales que o governo não paga em ouro porque não o tem e em vista disso os portadores os descontam na praça. A taxa desse desconto indica o padrão dos vales, isto é, a relação de valor entre o vale e o ouro.

- E' movel, nesse caso, o padrão do nosso dinheiro ...

Está claro. E' de borracha. Daí a asneira que é falar-se em quebra de padrão. Desde que a moeda só é o ouro, e a relação de valor entre o ouro e os vales emitidos pelo governo varia sempre de acordo com os descontos que esses vales sofrem na praça, o tal padrão será sempre movel.

- Mas o padrão de 27, o par?

- Houve um momento na nossa vida economica

em que esse numero 27 marcou a relação entre os vales e o ouro. Esse momento passou. Em seguida os numeros que descem de 27 a 4 vieram por aí afora marcando o padrão dos nossos vales, conforme a maior ou menor abundancia de vales na praça.

- Mas a lei marca o numero 27 como o pádrão fixo.

- A lei marca, mas que tem isso? Que vale a marcação legal? A vida segue por um lado e a lei fica feito mumia num canto. A vida não dá a minima immportancia ás leis escritas, em regra asnaticas e contrarias aos movimentos da vida. Não ha padrão fixo. Isso é asneira da lei. Se padrão é relação de valor, como pode ser fixo?

- Nesse caso, como fixar o valor da: nossa moeda?

- Passando do regime de vales para o regime da moeda ouro. Enquanto houver vales de curso forçado, haverá padrão, isto é, relação de valor entre esses vales e o ouro. Quebrar padrão é asneira de rabo.

- E qual o verdadeiro padrão da nossa moeda?

- Ai, ai, ai! Vejo que perdi todo o meu latim.

Verdadeiros são todos, desde o de 27 até ao de 4. Em cada momento de nossa vida é verdadeiro o padrão indicado pelas taxas de cambio do dia. Tão verdadeiro que qualquer banco troca os vales por ouro a essa taxa de cambio, ou de desconto. Não ha um mais verdadeiro que outro. Ha a verdade do momento.

- E acha que o futuro presidente realiza o seu programa e nos dota de moeda de verdade?

- E' possível. Ele está profundamente imbuído da necessidade de arrolar O país entre os povos honestos. A convicção é uma grande força e além disso ele é ...
- Empacador!

- Isso mesmo. Só lamento que não complete seu grandioso programa pondo no ministerio os dois grandes nomes nacionais naturalmente indicados.

- Na Praia Vermelha o Assis Brasil, não é?

- Isso mesmo. E na pasta da Guerra ...

- Ele (Prestes)

O meu amigo sorriu e rematou:

- Como todo mundo neste país se entende bem em certos pontos! Passa-me o charuto.

Despedi-me e lá deíxei o meu velho amigo Bom Senso no hotel de pedra onde o Estado o mantem incomunicavel. Pelo caminho vim pensando:

- Será possível que as ideias deste homem sejam realmente tão perigosas?


  • Descrição dos personagens

    Autor: Rede Globo de TV

    Veículo: Rede Globo de Tv 2006

    Fonte:

     A reunião de livros escritos por Monteiro Lobato contando as peripécias de Narizinho, Pedrinho, Dona Benta, tia Anastácia, Emília e o Visconde de Sabugosa, formam sua mais importante e conhecida obra: O Sítio do Pica pau Amarelo. Dona Benta é a vovó de Narizinho e Pedrinho. Ela lê muito e é excelente contadora de histórias. Domina vários idiomas, tem uma grande cultura e sabe de tudo que acontece no mundo. Dona Benta mora no Sítio do Pica pau Amarelo.

    • Pedrinho é um menino de dez anos que mora com a mãe na cidade. Sua mãe chama-se Antonica e é filha da Dona Benta. Ele vai para o Sítio todas as férias. Pedrinho gosta de aventuras, como caçar onça e Saci.
    • O Saci é uma figura popular do nosso folclore. Ele é um negrinho de uma perna só, que usa uma carapuça vermelha e pita um cachimbo. Ele se torna amigo de Pedrinho quando o menino o captura dentro de um redemoinho mas depois lhe devolve a liberdade. Aí então, o Saci mostra a floresta e todos seus habitantes para Pedrinho.
    • A Cuca também é um personagem do folclore brasileiro. Ela é uma bruxa com cara e corpo de jacaré. Malvada, ela vive em sua caverna escura, criando poções mágicas e planejando invadir o Sítio. Quando fica brava, de muito longe ouve-se o seu urro de raiva.
    • Narizinho, a neta de Dona Benta e prima de Pedrinho, tem oito anos e mora no Sítio. Seu nome é Lúcia e, por causa de seu nariz arrebitado, é chamada de Narizinho. É uma menina gentil, carinhosa e inteligente. Foi criada na roça e sabe subir em árvores e pescar. Sua paixão é a boneca de pano Emília.
    • A Emília, no começo, era apenas uma boneca de pano, feita de uma saia velha de Tia Nastácia. Mas, depois de tomar as pílulas falantes do Doutor Caramujo, não parou mais de falar. Cheia de idéias e mandona, lidera a maioria das aventuras das crianças.
    • Tia Nastácia é sábia em matéria de cultura popular, é uma grande contadora de "causos" e acredita numa série de superstições. Ótima cozinheira, seus quitutes são famosos na redondeza. Tia Nastácia também cuida da limpeza da casa e dos animais. Ela vive querendo matar o Rabicó, animal de estimação de Narizinho, pra colocá-lo na panela. Só que Narizinho não deixa..
    • Rabicó é um leitão, guloso e covarde. Ganhou esse nome por causa do rabo curtinho. Está sempre fuçando o lixo atrás de comida, mas morre de medo da Tia Nastácia. Virou Marquês de Rabicó e casou-se com a Emília, por vontade de Narizinho.
    • Tio Barnabé é um "preto velho" que sabe de todos os mistérios do mato. Foi ele quem ensinou Pedrinho a pegar o Saci. Tio Barnabé cuida da Vaca Mocha e das galinhas.
    • Visconde de Sabugosa é um boneco de sabugo de milho feito por Pedrinho. Ele o deixou na biblioteca o que transformou o Visconde em um sábio, que está sempre pesquisando e estudando sobre vários assuntos. O Visconde tem um laboratório, no porão da casa de Dona Benta. Uma de suas invenções é o pó de Pirlimpimpim que leva as crianças do Sítio em muitas viagens.
    • Quindim é um rinoceronte africano, domesticado, que fugiu de um circo. Muito doce e falante, tornou-se o guardião do Sítio, pelo seu tamanho e sua força. Ele sabe muito sobre gramática e outras ciências, guiando as crianças no País da Gramática.
    • O Burro Falante foi salvo pelas crianças das garras de um tigre no País das Fábulas. É educado e fala muito bem. Ele fica no quintal com Quindim, lendo e conversando. Como sempre dá bons conselhos, a Emília deu-lhe o nome de Conselheiro.
Marcio Mafra
18/01/2013 às 19:17
Brasília - DF

"Obras Completas" de Monteiro Lobato, é uma coleção composta de 30 livros, encadernação primorosa, capa dura, na cor verde. Os livros foram adquiridos em 1952 ou 1953, por meu pai, Ari Mafra, quando minha família residia às margens da baia norte, praia de fora, Rua Bocaiúva, 201, Florianópolis, ilha de Santa Catarina. Naquela ocasião meu pai era o Secretário Geral da Caixa Econômica Federal do Estado de Santa Catarina, uma espécie de Superintendente, na hierarquia da época. Frequentemente ele escrevia artigos para o jornal "O Estado". Também era professor titular do Instituto de Educação Dias Velho, onde lecionava Português, no curso Clássico, que corresponde aos três últimos anos, do atual curso médio. Na casa amarela (depois, em 1955 foi pintada de cor-de-rosa) da Rua Bocaiúva, os livros verdes do Monteiro Lobato, ficavam expostos, numa imponente estante, de pau marfim, num dos quartos da frente da casa, também chamado de escritório, onde ficava instalado o aparelho telefônico, número 2996. Ali, sentado a uma mesa, também de pau marfim, meu pai corrigia as provas de seus alunos. Eventualmente o escritório também servia de quarto de para hospedar, por poucos dias, algum parente. Meu pai e meu irmão Mario, já se encontravam em Brasília desde 1959. Eu, Miguel, Ari, Marilena e Vera, juntamente com minha mãe Eli, só viemos para Brasília, no dia 9 de maio de 1960, uma ensolarada segunda feira. Pela manhã embarcamos num Douglas DC-3 da Real Aerovias, com destino a São Paulo e escala em Curitiba. Em Congonhas, no início da tarde, fizemos conexão com outro vôo da Real, um possante Douglas Convair 240, em vôo sem escala, que chegou a Brasília, quase as 18 horas. Toda a "mudança" estava acomodada em 11 malas e 2 sacos de viagem. Um dos poucos pertences que não eram roupas nem objetos de uso pessoal foram os 30 livros da coleção do "Monteiro Lobato". Embora não fosse um mistério, nunca se soube por que motivos os livros vieram com a família. Talvez porque não houvesse para quem deixá-los. Inicialmente moramos numa pequena casa, construída pela FCP Fundação da Casa Popular, na Avenida W-3 Sul, quadra 24, atualmente HIGS 709. Em 1961 fomos morar no Bloco 11, da Super Quadra Sul 413. Nos dois endereços, os livros verdes estavam lá - majestosamente enfileirados - numa prateleira do fundo de corredor, como um marco importante para assinalar a "cultura métrica" da família. Em 1965, Marilena, ao se casar com Jaime Colares, levou consigo os livros do Monteiro Lobato. Eles foram morar na Avenida W 3 Sul, Quadra 40, hoje HIGS 712, numa casa de "fundos". Para decorar a modesta sala, Marilena se utilizou da "cultura métrica" colocando numa estante, entre enfeites decorativos e um aparelho de TV os livros do Monteiro Lobato. O mais importante é que ela guardou e cuidou com muito desvelo e carinho dos livros durante os últimos 41 anos. Em março de 2006, Marilena cedeu a coleção inteira, após saber do meu interesse e da existência da bibliomafrateca. Então a bibliomafrateca passou a ser a depositária das obras completas de Monteiro Lobato. Urupês foi o único livro extraviado. Para substituí-lo adquiri, num sebo, um exemplar, edição de 1959.


 

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