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Gabriel Lacerda

Gabriel Lacerda

Biografia


Não há biografia disponível sobre Gabriel Lacerda, que aliás, em suas primeiras publicações adotava o nome de Pedro Pessoa. Este informe foi extraído da entrevista que o Gabriel Lacerda concedeu ao jornalista Paulo Ferreira (Paffomillof), em data não apurada, no site www.sobresites.com.

Segue a copia da entrevista, que é transcrita com a intenção de que se tenha, pelo menos, uma leve noção sobre o autor Gabriel Lacerda.
Paffomiloff entrevista Gabriel Lacerda

Gabriel Lacerda Esse autor já vendeu um bocado de histórias em papel, mas não se acomodou e resolveu adotar algo mais dinâmico e abrangente: a multimedia, que parece ser um movimento em expansão, basta ver Augusto de Campos.

Considero o Tesouro da Ilha Qualquer e o Dragão do Menino (como Pedro Pessoa) como sendo livros de auto-descoberta simbólica. O primeiro sobre herança e o segundo sobre a relação com o medo. Comparando ambos, que distam quinze anos entre si, que tipo de crescimento identificou em si mesmo e que alterações sofreu o mercado? O primeiro vendeu bem mais que o segundo, estou certo?
GL - Todos os meus livros, para crianças ou para adultos, são livros de auto-descoberta simbólica. Varia apenas o modo como essa busca fica mais ou menos evidente. Mas sempre escrevo para me encontrar comigo mesmo. Aliás, acho que isso é verdade de qualquer livro - até livro de culinária ou geografia.

De fato, o Tesouro vendeu bem mais que o Dragão. Isso se deve a vários fatores identificáveis e ao grande e inexplicável mistério que preside sucessos e fracassos. Há uma questão de divulgação: o Tesouro foi mais amplamente divulgado. Há também uma questão de intensidade. O Tesouro, primeiro livro, é um jato reprimido de tudo, produzido com espontaneidade total e recheado de eventos. O Dragão é mais elaborado, acho até que melhor escrito, mas menos intenso.

O crescimento entre um e outro está exatamente na procura da forma. No Dragão pesquisei ritmo, sonoridade; no Tesouro joguei mais emoção.

No mais, acho que o autor, e todo mundo, cresce um pouco a cada dia na busca de si mesmo; e esse crescimento é gradual e constante e se manifesta em todas as ações.

Qual o parentesco entre seu pseudônimo e o nome real de Fernando Pessoa?
GL - Nenhum. Quando saiu meu primeiro livro (o Tesouro) eu começava a trabalhar em um grande escritório de advocacia e não "ficava bem" associar meu nome a um escritor infanto-juvenil. Daí a necessidade do pseudônimo. O próprio pseudônimo foi gerado no contexto de um romance auto-biográfico, uma história de amor entre professor e aluna em uma universidade, até hoje inédito. Escrito na primeira pessoa do singular, os personagens, por pedido da personagem feminina, não poderiam aparecer com os próprios nomes. Escolhi "Pedro", porque ela ("Rosa") disse um dia que queria ter comigo algo "puro como uma pedra". E "Pessoa" porque pessoa é o mesmo que "gente", ser humano, valor supremo de uma aspiração humanista.
Para associar hedonismo e cristão basta considerar que:

a) na minha definição, hedonista é quem busca o prazer como razão da existência;
b) o prazer pode ser encontrado de muitas formas;
c) o maior de todos os prazeres é viver com amor e alegria;
d) uma vida que espontaneamente seja vivida de forma cristã suscita amor e alegria;
e) há de haver prazer até no instante da morte.

Sobre o profeta Godofredo, como podemos associar hedonismo a uma religião cujo símbolo é uma pessoa crucificada? Qual é a sua orientação religiosa?
GL - Nacionais - Monteiro Lobato, é claro; Ana Maria Machado, é acadêmica; e Pedro Pessoa (por que não?)

Internacionais, nunca li nada moderno. Mas conheço a Condessa de Ségur (arrghh), Perrault, os Irmãos Grimm. E a autora de Harry Potter cujo nome não me ocorre e de quem li, com gosto, cerca de 100 páginas.

Sobre a experiência Multimídia do seu site Contando História. Trabalhar com textos 'tridimensionais' é mais difícil? Isso valoriza o trabalho? É o futuro da literatura Infantil?
GL - O propósito do site é produzir literatura PARA internet. É, a meu ver, uma nova arte, que está para a literatura comum como o cinema está para o teatro.
O site é uma obra que não termina; o texto é importante mas é apenas uma parte da obra que é necessariamente conjunta, bem mais que um livro ilustrado. Tem limitações de tamanho e forma pautadas em bytes e caracteres. É, certamente, mais difícil.

Tenho dúvidas sobre é o futuro da literatura infantil. Minha intenção não é substituir o livro. Pelo contrário. Com uma forma mais leve e atraente de leitura, procuro despertar o prazer da leitura, como emoção estética, como instigador de curiosidade e da imaginação. Acredito que esse efeito pode ser conduzindo trabalhando com o site para conduzí-lo a livros.

Se não foi possivel encontrar dados biográfisco do autor, foi facil e simples descobrir o nome (titulos) de seus livros:

 

  • 1 - Em Segredo de Justiça
  • 2 - A Redenção de Don Juan
  • 3 - Contrato de Matrimonio
  • 4 - Eu Tenho Direito.
  • 5 - Lições de Godofredo
  • 6 - O Direito no Cinema
  • 7 - Responsabilidade do Estado por Dano Tributário
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Livros de Gabriel Lacerda disponíveis no livronautas (1)


Capa Título do livro Assunto Conceito
Em Segredo de Justiça Em Segredo de Justiça Romance Bom

 

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